Filosofia Moral II
História e
virtudes
Comparando Aristóteles ao cristianismo
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Virtudes
prudentes à
virtudes teologais (Deus)
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Vício
à
pecado
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Trocas
de valores: modéstia e trabalho.
A ética de Espinosa
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Somos
seres naturalmente afetivos, isto é, nosso corpo é ininterruptamente afetado
por outros corpos
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O
afeto ou o sentimento é constitutivo de nosso corpo e de nossa alma
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Nossos
afetos são naturalmente paixões
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Paixões
originais: alegria, tristeza e desejo
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Vício:
é a fraqueza para existir, agir e pensar/ Virtude: ter força interior para
passar da passividade à atividade
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A
passagem da servidão à liberdade se dá no interior das paixões
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Bom
é que é útil para o crescimento de nosso ser; e mau o que nos impede de
alcançar algo bom para nossa existência
Razão, desejo e
vontade
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Concepção
intelectualista da ética: a vida virtuosa depende do conhecimento
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Concepção
voluntarista da ética: a vida moral depende essencialmente da nossa vontade
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Distinção
entre necessidade (conservação da existência) e desejo (adiciona o sentimento
de prazer)
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Vontade:
o ato voluntário implica um esforço para vencer obstáculos; exige discernimento
e reflexão antes de agir; refere-se ao possível
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Desejo
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Vontade
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Paixão
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Decisão
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Imaginação
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Reflexão
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Não suporta o
tempo
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Realiza-se no
tempo
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Consciência
e desejo referem-se às nossas intenções e motivações; a vontade, às nossas
ações e finalidades
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Ética das emoções
e do desejo: para o emotivismo ético, o fundamento da
vida moral não é a razão, mas a emoção.
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Moral
dos escravos (ressentidos): renunciam a verdadeira liberdade ética
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Racionalismo
humanista: mudança da sociedade para a ética realizar-se
Ética e psicanálise
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O problema do
inconsciente na ética
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A
psicanálise mostra que somos resultado e expressão de nossa história de vida,
marcada pela sexualidade insatisfeita, que busca satisfações imaginárias sem
jamais poder satisfazer-se plenamente. Não somos autores nem senhores de nossa
história, mas efeitos dela. Mostra-nos também que nossos atos são realizações
inconscientes de motivações sexuais que desconhecemos e que repetimos vida
afora.
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A
psicanálise encontra duas instâncias ou duas faces antagônicas no inconsciente:
o id ou libido sexual, em busca da satisfação, e o superego ou censura moral,
interiorizada pelo sujeito, que absorve os valores de sua sociedade.
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A
batalha interior só pode ser decidida em nosso proveito por uma terceira
instância: a consciência.
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