domingo, 12 de fevereiro de 2012

Aula 2 - 1º ano Filosofia


Exercendo nossa liberdade
      Julgamos que qualidades e quantidades existem, que podemos conhecê-las e usá-las em nossa vida;
      Acreditamos que nossa visão pode ver as coisas de forma diferente do que são, mas nem por isso diremos que estamos sonhando ou que ficamos malucos;
      Acreditamos que o erro e a mentira são falsidades, embora diferentes;
      Acreditamos que as pessoas possuem vontade, portanto, podem ser morais ou imorais, pois cremos que a vontade é o poder de escolher entre o bem e o mal
Conhecendo as coisas
      Acreditamos que ter objetividade é ter uma atitude imparcial, que percebe e compreende as coisas tais como são verdadeiramente, enquanto a subjetividade é uma atitude parcial, pessoal, ditada por sentimentos variados (amor, ódio, medo, desejo);
      Por que dizemos que alguém é legal?
      Nossa vida cotidiana é toda feita de crenças silenciosas, da aceitação de coisas e ideias que nunca questionamos porque nos parecem naturais;
E se não for bem assim?

Matrix
Cremos que nossa vontade é livre para escolher o bem e o mal;
Cremos na necessidade de obedecer às normas e às regras de nossa sociedade;
Há momentos em que vivemos um conflito entre o que nossa liberdade deseja e o que nossa sociedade determina e impõe;
Existência do tempo;
Sol e Terra
Momentos de crise
      Quando uma crença contradiz ou parece incompatível com outra, ou quando aquilo que sempre acreditamos é contrariado por outra forma de conhecimento, entramos em crise;
      Vontade individual x regras da sociedade;
      Experiências do tempo;
      Quando o que era objeto de crença aparece como algo contraditório ou problemático e por isso se transforma em indagação ou interrogação, estamos passando da atitude costumeira à atitude filosófica.
Buscando a saída da caverna ou a atitude filosófica
      Que horas são?” à “O que é o tempo?”
      “Seja objetivo” à “O que é objetividade?”
      “Mentiroso” à “O que é a verdade?”
      Filosofia: A decisão de não aceitar como naturais, óbvias e evidentes as coisas, as ideias, os fatos, as situações, os valores, os comportamentos de nossa existência cotidiana; jamais aceitá-los sem antes havê-los investigado e compreendido.

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